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INESC TEC e NIAR unem-se para otimizar a investigação oncológica com recurso a inteligência artificial
Há um novo projeto a marcar mais um capítulo de colaboração entre o INESC TEC e o NIAR (Taiwan) e tem como objetivo criar uma plataforma que seja capaz de interpretar pedidos e recomendar, de forma mais rápida, explicável e passível de ser reproduzida, ferramentas de investigação oncológica mais adequadas. A estas ferramentas dá-se o nome de modelos PDX, que vem da sigla anglo saxónica patient-derived xenograft ou, em português, xenoenxertos derivados de pacientes oncológicos que são preservados.
Arlindo Oliveira defende o Amália pelas competências que fixou em Portugal e aponta o SAIL como resposta europeia à soberania tecnológica
Na Conferência .IA, organizada pelo ECO no Centro Cultural de Belém, Arlindo Oliveira, presidente do INESC, defendeu o investimento no Amália, o modelo português de IA, e apontou o SAIL, centro de excelência do INESC-ID, como exemplo de resposta europeia à soberania tecnológica.
Arlindo Oliveira defendeu o investimento de cinco milhões de euros no desenvolvimento do Amália, apesar das suas limitações. Considera que o retorno não está no modelo em si, mas nas competências que ficaram em Portugal, dezenas de pessoas capazes de configurar e treinar grandes modelos de IA, que de outra forma teriam provavelmente emigrado para o norte da Europa ou para os Estados Unidos.
Arlindo Oliveira desafiou também as empresas parceiras do ECO a explorar parcerias de transferência de tecnologia com o SAIL, centro de excelência do INESC-ID em IA responsável e sustentável. O SAIL prevê um programa doutoral conjunto com a Rheinland-Pfälzische Technische Universität e projectos de transferência de tecnologia com a indústria, com financiamento de 27,2 milhões de euros pelo Horizonte Europa, pelo Governo Português e pelo INESC.
Do ambiente à saúde digital: Prémio FAQtos 2026 distingue inovação tecnológica jovem
Promovido pelo INOV em colaboração com o Instituto Superior Técnico (IST), o Prémio FAQtos 2026 distinguiu projetos inovadores desenvolvidos por jovens estudantes, demonstrando como a tecnologia pode contribuir para um futuro mais sustentável e seguro. A cerimónia de entrega dos prémios realizou-se no dia 11 de julho, no Centro de Congressos do IST, celebrando soluções nas áreas da monitorização ambiental, saúde digital e tecnologias inteligentes.
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A pedido da nostalgia de quem reviveu este dia (e da de quem gostaria de o ter vivido), mais imagens do arquivo sobre o mesmo momento.
A revista interna do 𝐈𝐍𝐄𝐒𝐂 chamou-lhe “𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐮𝐭𝐚𝐝𝐨𝐫 𝐯𝐨𝐚𝐝𝐨𝐫”.
Em 1981, os inesquianos ousaram içar até aos seus escritórios uma Data General MV/8000 para construir uma instituição.
𝐍𝐚 𝐩𝐫ó𝐱𝐢𝐦𝐚 𝐬𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐨 𝐈𝐍𝐄𝐒𝐂 𝐟𝐚𝐳 46 𝐚𝐧𝐨𝐬.
Hoje, apelamos a quem mais queira ousar “𝐕𝐞𝐧𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐝𝐚𝐦𝐚𝐬𝐭𝐨𝐫”, o prémio que conta já com quatro edições. 𝐀𝐬 𝐜𝐚𝐧𝐝𝐢𝐝𝐚𝐭𝐮𝐫𝐚𝐬 à 5.ª 𝐞𝐝𝐢çã𝐨 𝐞𝐬𝐭ã𝐨 𝐚𝐛𝐞𝐫𝐭𝐚𝐬 𝐚𝐭é 26 𝐝𝐞 𝐎𝐮𝐭𝐮𝐛𝐫𝐨.
O que é o 𝐈𝐍𝐄𝐒𝐂?
Perguntámos ao Professor 𝐉𝐨𝐬é 𝐓𝐫𝐢𝐛𝐨𝐥𝐞𝐭, seu cofundador.
𝘔𝘦𝘮ó𝘳𝘪𝘢 𝘥𝘰 𝘍𝘶𝘵𝘶𝘳𝘰, 𝘦𝘱𝘪𝘴ó𝘥𝘪𝘰 1.
Em 1981, 𝐨 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐮𝐭𝐚𝐝𝐨𝐫 do 𝐈𝐍𝐄𝐒𝐂, um Data General MV/8000, entrou içado por uma grua, pela varanda, no edifício Alves Redol.
Os inesquianos a assistir à chegada (incluindo a senhora que não esconde a sua alegria) estavam a ver chegar uma máquina que pesava centenas de quilos e se viria a tornar o coração de uma instituição que tinha acabado de ser fundada. Não havia elevador que chegasse, mas havia muita vontade.
Os fundadores chamaram à missão da instituição “𝐕𝐞𝐧𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐝𝐚𝐦𝐚𝐬𝐭𝐨𝐫”, o gigante de Camões, os limites impostos a quem ousa para o desconhecido.
Dar este nome a uma instituição de investigação e desenvolvimento nascida da parceria entre universidade e indústria no Portugal dos anos 80 era simultaneamente simbólico e arrojado.
Na segunda-feira, o INESC entregou pela quarta vez o Prémio com esse nome. O vencedor, Sérgio Jesus, desenvolveu um trabalho que permite testar, com rigor e em condições próximas da realidade, se os sistemas de IA que decidem sobre crédito, emprego, segurança ou saúde o fazem sem discriminar e de forma auditável.
Da chegada do primeiro computador a este trabalho foram 45 anos de percurso com o mesmo propósito.
O espólio histórico do INESC está a ser recuperado em parceria com o HTC NOVA FCSH pela investigadora Inês José.














